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Katharine McPhee lança a poderosa faixa “Stranger Than Fiction” do disco “Hysteria”



Depois de um retorno super fora da caixa (o que foi ótimo, tenha feito sucesso ou não) com o single "Lick My Lips" em maio, Katharine McPhee finalmente lança mais uma prévia de seu novo disco, intitulado Hysteria.

A moça se juntou novamente a Ryan Tedder, com quem já trabalhou até mesmo ficcionalmente na faixa "Touch Me" da série Smash, para a poderosa balada mid-tempo "Stranger Than Fiction".

A canção, co-idealizada pelo produtor e vocalista OneRepublic, está bem dentro da zona de conforto de ambos, algo que, no caso, é difícil dar errado. Mais ou menos o mesmo caso de quando Tedder se junta à Kelly Clarkson. Ouça no player abaixo:



O álbum sucessor do Unbroken, de 2010, estava agendado para julho, mas foi brevemente adiado. Agora sai em 18 de setembro. Marquem nas agendinhas!
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Katharine McPhee tá rockabilly e rodeada de boys magia no clipe “Lick My Lips”



Entre seus recentes trabalhos de atriz, como nas séries Scorpion e Smash (alias, saudades), Katharine McPhee arrumou um tempinho de se dedicar à carreira musical, afinal foi assim que a moça revelada lá em 2006, quando ficou em segundo lugar no American Idol.

Katharine lançou ontem o single inédito "Lick My Lips", música que mistura pop, r&b, soul e até um pouco de nu-disco e que será o primeiro single do álbum sucessor do Unbroken, de 2010.

E hoje, só um dia depois, resolveu já soltar seu clipe, onde sensualiza com vários boys magia tatuados em meio a cenários cheios de imagens de suculentas de tortas e sundaes e visual rockabilly. A direção é da Diane Martel (de "We Can't Stop" da Miley Cyrus). Dá uma olhada:



Assim, a gente também pode pedir "Touch Me" no futuro disco? Obrigado.



Update: a cantora revelou à Billboard que seu novo CD se chamará Hysteria e será lançado no dia 24 de julho. Ansiosos? \o/
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Adaptação de “Bombshell” para Broadway terá elenco original da série “Smash”!



Smash é um daqueles casos relativamente corriqueiros de séries que surgem com uma espetacular primeira temporada, mas não consegue manter o nível na segunda. O programa foi cancelado pela NBC após o segundo ano, devido a grande queda de audiência (que, em parte, foi culpa do próprio canal por mudar o seu dia de exibição).

Mesmo assim, é inegável o acervo, principalmente musical, deixado pela produção. Por esse motivo, anunciaram no fim do ano passado que Bombshell, a peça fictícia sobre a vida de Marilyn Monroe da qual o primeiro ano gira em torno, seria adaptada para Broadway

Como se somente essa notícia já não fosse suficiente para dar pulinhos de alegria - mesmo pra quem, como nós, mora a milhares de quilômetros de Nova York - Katharine McPhee, atriz e cantora que protagonizou o seriado, confirmou em entrevista esta semana que parte do elenco original participará da montagem teatral! As confirmadas são Debra Messing, Anjelica Huston e Megan Hilty, que davam vida às personagens Julia Houston, Ivy Lynn e Eileen Rand.

Como a história toda é mais uma espécie de reunião comemorativa, Bombshell será feita em uma única apresentação, agendada para o dia 8 de junho. Podiam ao menos televisionar, né?

Até lá, a gente relembra da melhor-música-de-todas (aceitem, dói menos):


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Broadway chora! Smash foi cancelada... Mas temos novidades interessantes!



Não teve jeito. É melhor você começar a dar tchau a Karen Cartright e sua turma: Smash foi mesmo cancelada pela NBC.

Depois de sua segunda temporada ter estreado com apenas 25% do número de espectadores do final do ano de estreia, o canal resolveu transferir a série das quintas-feiras para os sábados, tido como um péssimo dia para exibição de episódios inéditos nos EUA, e aí, foi ladeira abaixo na audiência.

Para muitos, a notícia não é novidade. Afinal, a transferência de dia e a perda de alguns atores e da criadora da série já anunciavam o fim de Smash que, apesar de nos encantar, nunca foi lá muito boa na audiência (mesmo quando era exibida após o The Voice).

Para os órfãos, algumas novidades referentes ao elenco: Debra Messing, a Julia, já foi escalada para uma nova comédia da CBS.

Megan Hilty, a Ivy, lançou seu primeiro disco mês passado, chamado It Happens All the Time. Ele já rendeu um single/clipe, "No Cure":



Já Katharine McPhee está trabalhando no seu quarto álbum, que deve ser lançado ainda este ano, pela Columbia, depois de um pela RCA e dois pela Verve. Algumas colaborações já foram citadas, entre elas Sia, Linda Perry e Ryan Tedder do OneRepublic. Será que a menina desflopa?

O último episódio do seriado já foi anunciado para o dia 26 de maio, e terá 2 horas de duração. Nada se encaixa melhor a esse post que o cover de "Run" do Snow Patrol, que rolou na temporada passada, né? Todos chora.

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Retrospectiva 2012 4.7: Melhores Filmes e Melhores Séries



Depois dos clipes, álbuns, singles, hits e revelações musicais, chegou a hora de falar dos melhores filmes e séries na opinião da equipe do blog. Não se deixe enganar pela quantidade de blockbusters e superheroísmo dos escolhidos cinematográficos. Todos eles são muito mais do que apenas explosões e mortes. Tanto nos filmes, quanto nas séries, levamos em consideração a direção, o roteiro, a fotografia, o argumento e o sucesso de crítica/público.
É claro, não dá para abranger todo o material veiculado nos cinemas e televisões em 2012. Então, se você conhece aquela série búlgara que teve um remake feito esse ano ou então aquele filme escandinavo dramático que mexeu com sua cabeça, deixe sua opinião nos comentários!



Jogos Vorazes: Adaptações literárias têm um histórico cada vez maior no cinema. E o medinho de dar errado também é cada vez maior (né, Percy Jackson?). Felizmente esse não foi o caso de Jogos Vorazes. O filme é uma adaptação - da obra de Suzanne Collins - no melhor conceito filme-é-filme, livro-é-livro. Gary Ross fez um trabalho extremamente pautado na linha tênue cinematográfica entre juvenil e adulto que deu muito certo. É claro, atores premiados e comprometidos também estão juntos nesse mérito.



Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge: Nolan entrou para o hall da cultura pop da melhor forma possível. Transformou Batman num verdadeiro marco da história do cinema moderno e ainda deu o pontapé para que a esperança em filmes da DC Comics não morra. Com um fim épico e arco extremamente coeso, a trilogia do Cavaleiro das Trevas ainda deixou como herança uma abordagem mais realista de super-heróis. Além disso, possui um dos melhores argumentos criados para o roteiro de um filme do gênero.



O Espetacular Homem-Aranha: Se a audiência só pensava nos dotes físicos de Andrew Garfield no colant do Homem-Aranha, ela se surpreendeu. Com uma abordagem ainda mais jovem, despretensiosa e fiel aos quadrinhos do que a primeira trilogia, e sem querer criar cenas aleatoriamente memoráveis, Marc Webb pôs seu toque emocional em voga. Com um Homem-Aranha mais ágil, fluente, bem humorado e com a inocência mais palpável, a trilogia promete crescer e transformar nosso herói.



Os Vingadores: The Avengers: Um filme com seis super-heróis poderia dar muito errado. Ainda mais quando ele vem depois de longas medianos/ruins como Hulk, Capitão América e Thor. Contudo, para o alívio de todos os nerds, Os Vingadores foi nada mais do que incrível. É um blockbuster que não trata os espectadores como idiotas (olá, Tranformers). Joss Whedon atingiu um novo patamar de mindblowing com o longa que é o primeiro passo bem sucedido do caminho da veneração para o diretor.



Poder Sem Limites: Qualquer pessoa que consiga fazer um filme sobre super-heróis adolescentes em found footage sem cair no clichê, merece uma pequena ovação. Josh Trank foi o diretor que conseguiu essa façanha. O filme é crescente de uma forma bem singular. Tudo ganha mais apuro à medida que os personagens se desenvolvem. E o filme não tem nem 1h25! Poder Sem Limites conferiu a Trank o posto de diretor do reboot d'O Quarteto Fantástico. É para guardar no coração.



Menções honrosas: 007 - Operação Skyfall / Argo / Moonrise Kingdom / As Vantagens de Ser Invisível / Prometheus



Smash: Vencer o preconceito de séries-musicais vindo (para alguns) de Glee não foi fácil. Smash fez isso com maestria e muita persistência. A série da NBC decidiu mexer com Marilyn Monroe, um dos maiores ícones da cultura pop, e conseguiu exceder as expectativas. Com uma abordagem mais adulta, o seriado encontrou o equilíbrio entre musical e televisão. Além, é claro, de fazer um paralelo das altas armações e confusões que acontecem no backstage da Broadway, que todos adoramos.

The Walking Dead: A série que começou a cair em descrença após sua segunda temporada morta (rs), deu uma guinada incrível nesta terceira! Com novos personagens, cenários e possibilidades, The Walking Dead deu o que seu público mais almejava: mortes, zumbis e eu já disse mortes? É bom lembrar que nem por isso a série perdeu o que a diferencia completamente de outras abordagens zumbizíacas: a relação social, moral e ética em que as pessoas se encontram num apocalipse desse tipo.

Girls: Era um ano comum, até que a HBO apresentou Girls ao mundo. A comédia do canal narras as vivências de quatro amigas, de seus vinte e poucos anos, em Nova York. Nada muito original, verdade, mas a série é construída de um jeito extremamente relacionável e palpável com sua audiência. Isso faz toda a diferença. Além disso, qualquer seriado que chegue a ser chamada pela crítica de "A Sex And The City dessa geração" merece um espaço nas poucas horas de entretenimento que temos.

Arrow: E lá veio a CW com mais uma série de super-herói da DC. Depois da entorpecência de Smalville, Arrow surpreendeu em ser a série com a estreia de maior audiência do canal em anos. Pautada muito bem no universo do Arqueiro Verde, o sucesso do seriado já acendeu, novamente, a luzinha verde para o fatídico seriado da Mulher Maravilha seja repensado. Se a história da Amazona tiver ganchos e surpresas tão bem engendradas quanto em Arrow, podemos ficar felizes... Infelizmente vai faltar o protagonista boy magia.

Homeland: Um thriller psicológico dramático ganhar facilmente a audiência não é algo que se vê todo ano. Homeland foi um sucesso em, praticamente, todos os quesitos. O maior trunfo da série é tratar de um assunto extremamente maçante, constante e sensacionalista na mídia de uma forma sua. Para aqueles que precisam de números, Homeland ganhou 19 das 27 indicações a prêmios que recebeu esse ano, comprovando (não que precisasse) sua qualidade.


Menções honrosas: Game Of Thrones / American Horror Story: Asylum / New Girl / Once Upon A Time / The New Normal
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Muito drama e Jennifer Hudson na prévia da 2ª temporada de Smash!



Numa estratégia combinando TV e internet, a NBC divulgou ontem, durante o The Voice (alias, já viu a performance de Xtina e Blake no programa?), uma rápida prévia da 2ª temporada de Smash.
O promo convidava os espectadores a acessarem o Yahoo!, caso quisessem ver uma prévia estendida. E bota "estendida" nisso! São 4 minutos de drama - a maioria entre as protagonistas Karen (Katharine McPhee) e Ivy (Megan Hilty) - música, novos personagens e, principalmente, Jennifer Hudson que, assim como Uma Thurman na temporada anterior, participará de vários episódios nesta. Abaixo o comercial e trailer estendido (não recomendo pra quem não quer spoilers...):





Em maio havíamos comentado sobre as drásticas mudanças no elenco do seriado musical e, tanto os vídeos, como o pôster que ilustra o post, divulgado no final de semana passado, comprovam isso. Além de novos personagens fixos e Hudson, teremos participações de Sean Hayes, Jesse L. Martin e Liza Minnelli, que interpretará a si mesma num dueto de uma música original com o ator Christian Borle (Tom).
A segunda temporada de Smash começa dia 5 de fevereiro nos EUA. A Universal, que transmite no Brasil, ainda não se pronunciou quanto a estreia oficial por aqui, mas who cares? Qualquerservidorpuloads estão aí pra isso!

Quem tá (suuuuuper) ansioso também? Pra aguentar o tranco até fevereiro, vamos reassistir McPhee sendo linda e foda nesse cover de "Run" do Snow Patrol, que tivemos na 1ª temporada?

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Sean Hayes e Debra Messing juntos novamente!



Se você é um série maníaco já se deliciou com as oito temporadas do inesquecível seriado Will & Grace. Para sua, para nossa felicidade, Sean Hayes vai contracenar mais uma vez com Debra Messing.
Hayes foi o intérprete do incrível Jack McFarland, amigo de Grace Adler (Debra Messing) mesmo que por "associação". Para a felicidade do fracassado projeto Just Jack e posteriores, Sean Hayes estará em Smash para interpretar Terrence Falls. Seu personagem é um comediante e astro de cinema que estará em seu primeiro trabalho na Broadway. Falls vai atormentar Ivy (Megan Hilty) e Julia (Debra Messing).
A segunda temporada de Smash tem sua previsão de estreia marcada para Janeiro de 2013.

Max Mutchnick e David Kohan, os criadores de Will & Grace, estão por trás de Partners. A série é sobre dois arquitetos amigos, um hétero e outro gay, que moram juntos. Estreia 24 de setembro.
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Mudanças no elenco para a 2ª temporada de Smash



[Aviso: Este post contém spoilers]

Confesso que - como com vários outros seriados de sucesso - demorei bastante para cair na onda de Smash, série musical/dramática, sobre um musical da Broadway sobre Marilyn Monroe (nossa, quantas palavras repetidas numa frase só!). Mas depois que assisti o episódio piloto, não parei mais e vi todos os  atrasados em menos de uma semana, rs!
Embora tenhamos tido um ou dois capítulos chatinhos (ainda não decidi se amei ou odiei aquele número "bollywoodiano"...), de modo geral, a primeira temporada foi bastante coesa e interessante, com um final  ótimo, e dói na alma saber que só volta em 2013!



Mesmo com tal demora, já há algumas novidades quanto seu futuro: Cortes no elenco. Os personagens Ellis (aquele fofoqueiro vivido por Jaime Cepero) e Dev (namorado/noivo indiano de Karen, interpretado por Raza Jaffrey) devem sair logo no começo da temporada, após possivelmente darem uma explicação lógica para tal saída. Jurava que iam explorar mais a ambição de Ellis, mas parece que não... E nem ligo, ô personagem insuportável!



O estranho mesmo é que, de acordo com o TV Line, Michael (Will Chase) e Frank (Brian d'Arcy James) também devem ser cortados... O que não faz sentido algum, principalmente depois de darem a entender, no último episódio, que Julia (Debra Messing) está grávida... Eike confusão!
Tais mudanças no elenco se devem a substituição de Theresa Rebeck, criadora da série, por Josh Safran (Gossip Girl), na produção executiva. Seja como for, vamos acompanhar.
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Smash: da magia à sedução de Marilyn Monroe!


Em fevereiro, dia seis para ser mais exato, será a estreia de uma das séries mais esperadas de 2012. Smash é a nova aposta da NBC para abocanhar aquela bela audiência dos tempos vindouros. Se você ainda não está localizado, lá vai uma pequena sinopse.
Julia Houston (Debra Messing, nossa eterna Grace ♥) e Tom Levitt (Christian Borle) são escritores e compõem musicais. Os dois surgem com a ideia de montar um musical inspirado em uma das maiores divas de todos os tempos: Marilyn Monroe. Contudo, o projeto deve ser levado com muita cautela, uma vez que a ideia já teve um tentativa fracassada. No meio da realização da peça entram Derek Wills (Jack Davenport), o diretor cafajeste, Eileen Rand (Anjelica Houston, Morticia Adams ♥), a produtora contundente e, claro, as possíveis protagonistas do musical, Karen Cartwright (Katharine McPhee) e Ivy Lynn (Megan Hilty).


Katharine McPhee é a protagonista Karen Cartwright, Megan Hilty faz a atriz Ivy Lynn, Debra Messing interpreta a compositora Julia Houston

Um pre-air já foi feito e através dele podemos notar algumas coisinhas. Objetivamente, a história mostrará os desafios e percalços necessários para a realização de um musical. Como ponto de partida, há a disputa entre Karen (McPhee) e Ivy (Hilty). Enquanto a personagem de Katharine McPhee é uma novata considerada ingênua e leve, Megan Hilty interpreta uma atriz com experiência e volúpia de sobra. No caminho para conseguir o tão sonhado papel de Marilyn, as duas terão que provar, de todas as formas, porque merecem ser escolhidas. Nesse campo vale de tudo: mudanças subjetivas, físicas, testes do sofá e o que mais aparecer. Veja abaixo um generoso trailer para ficar ainda mais dentro da história.



O fator técnico do seriado é indiscutível. Com a produção executiva de Steven Spielberg, a série ainda conta com os produtores de “Chicago” (Roxie e Velma para sempre em nossos corações) e “Hairspray”. O elenco é outro ponto que merece destaque. Pelo o que pode ser visto no piloto, todos os atores estão bastante confortáveis em seus respectivos papéis. Katharine McPhee anda com cautela no terreno de uma personagem que é, indubitavelmente, uma boa cantora, mas que ainda tem muito o que provar. Megan Hilty faz as vezes da rival que tem muita carga pessoal para carregar e tramita entre “digna de compaixão” e “vadia”. Christian Borle e Jack Davenport apresentam outro antagonismo bem trabalhado, além de passarem para o público a não tão fácil tarefa de escolher um lado entre as protagonistas. Debra Messing e Anjelica Houston dispensam comentários.


Anjelica Houston interpreta a produtora Eileen Rand, Chritian Borle é o escritor Tom Levitt, Jack Davenport faz o diretor Derek Wills

O piloto é, basicamente, uma extensão dramática do trailer apresentado acima. Entretanto, você se engana se acha que isso é algo ruim. Muito pelo contrário. Essa amplitude deixa o espectador mais confortável com todos os ambientes que permeiam os personagens. Desde o espaço comum, o teatro, ao individual, suas resoluções pessoais. É gostoso de assistir porque, para um primeiro contato, nada foi jogado na tela como se quisesse chamar a atenção. O primeiro episódio toma seu tempo para reforçar o conhecimento prévio sobre a série e evidenciar nuances para os episódios futuros.
Com músicas originais que prometem desenhar a vida de Marilyn, o seriado vai ter uma boa estrada para pavimentar. Com isso, vem os pontos que a série terá que provar. É possível definir Marilyn Monroe, a eterna jovem, sem o uso de paradoxos? A santa, a libertina, a mulher. É possível, de uma vez por todas, transpassar seu gênio único para o grande público? O mais interessante nisso tudo é que as respostas não devem aparecer somente para nós, espectadores, mas também para os próprios personagens.
O seriado ainda terá que atender ao pedido de sua musa inspiradora. Em sua última entrevista, Marilyn se dirigiu a todos quando disse: “Por favor, não façam de mim uma piada”. Esperamos que Smash faça jus à vontade de Monroe.
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