O mundo dos games é notadamente conhecido por seu machismo e homolesbotransfobia. O mercado sempre foi dominado por homens, o que refletia nos jogos, com nenhuma ou poucas personagens femininas. Isso quando elas não passavam de coadjuvantes esperando para serem resgatadas, como é o caso de Peach da franquia Mario Bros. Mas as coisas estão mudando! Uma pesquisa divulgada no ano passado pela Entertainment Software Association (ESA) mostrou que as mulheres são maioria entre os jogadores de videogame nos Estados Unidos. Elas superaram em 6% os jogadores da faixa de 18 anos ou mais.
Mais personagens femininas ganharam destaque e protagonismo. Também personagens LGBTQ estão mais presentes. Um exemplo é Poison, uma mulher trans bem forte de Street Fighter. Outro mais recente é Kung Jin do novo jogo, já comentado aqui, Mortal Kombat X. Primo mais novo de Kung Lao, ele era um ladrão que se tornou monge, membro de uma unidade de forças especiais e um especialista em arco e flecha.
Ao escolhê-lo, o jogador pode perceber que ele é um gay no armário. No capítulo 4, quando Raiden o convida para se unir aos monges Shaolin, Kung diz "Não posso... Eles não me aceitarão". Raiden então fala "Eles apenas se importam com o que está em seu coração, não quem seu coração deseja". Pra um jogo tão violento e sangrento, é um momento bem fofo, né? Falando em brutalidade, confira um vídeo com todos os fatalities da nova edição:








