Ontem foi a final do American Idol e, como de costume, foi aquela festa. O canal da Sony Brasil exibiu o episódio ontem mesmo, com algumas horas de diferença, mas se você teve que ir dormir antes de acabar, a gente tá aqui pra resumir o que teve de melhor. Fica até difícil escolher os melhores momentos, porque tudo foi um arraso do começo ao fim. Logo de cara o Top 13 abriu a festa ao som de "Born This Way":
Como esperado, o último episódio contou com participações estelares de enorme peso. Pra começar, teve a banda Judas Priest que tocou junto a James Durbin, o roqueiro da edição. Depois foi a vez da diva soul da temporada, Jacob Lusk, que encantou a todos ao lado da veterana Gladys Knight e do cantor gospel Kirk Franklin. Já Casey Abrams cantou "Fat Bottomed Girls" (clássico do Queen que só conheci graças ao Glee) ao lado do ator Jack Black.

Beyoncé também deu as caras e bem a tempo de promover seu novo álbum. As meninas do Top 13 cantaram um incrível medley com os maiores sucessos da cantora, que apareceu ao final para nos relembrar o início de sua carreira solo com seu hit eterno e atemporal "Crazy In Love".

Além das aparições especiais de Tony Bennet, Tim McGraw, Carrie Underwood, Tom Jones (que você deve conhecer graças ao Carlton de Um Maluco No Pedaço) e Marc Anthony juntamente com sua rebolativa esposa, também teve TLC! As duas integrantes restantes da maravilhosa e, infelizmente, extinta girl band subiram ao palco para reviver os clássicos "No Scrubs" e "Waterfalls". Old but gold.

Sim, ela estava lá de novo. Lady Gaga continuou com suas aparições polêmicas no programa, dessa vez com um maravilhoso figurino de rockeira-cigana. Milhares de americanos devem ter ligado para reclamar da performance de "The Edge Of Glory" por ter sido sugestiva demais para um programa "familiar"...
Puritanismos à parte, Gaga continua dando um show vocal e acertando mais e mais nessas últimas performances. O conjunto da iluminação, figurino e cenário foram trabalhados com muito cuidado e o resultado é impecável.
Honey B voltou então ao palco para estrear seu novo single "1+1", que já havia vazado na internet pouco antes da performance. Ele é perfeito para mostrar suas qualidades vocais, nada contra acho ótimo, mas achei boring as hell.

Bono apareceu no palco ao lado de Reeve Carney - ator que interpreta Peter Parker no espetáculo flop "Homem Aranha" da Broadway - para cantarem a faixa "Rise Above 1", que eu particularmente adorei, apesar de ainda achar muito complexo um músical com o herói aracnídeo.
E teve também o Steven Tyler, que finalmente saiu de trás da mesa de onde tece os comentários mais absurdos e inapropriados para se apresentar com a clássica "Dream On".
Afinal, quem ganhou?
Scotty McCreery parece ter conquistado o coração dos americanos com toda essa vibe puritana conservadora, mas creio que, assim como em outras edições, o ganhador vai acabar sumindo pela falta de apelo nas rádios e dando espaço para os outros injustiçados que têm mais versatilidade...
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Como esperado, o último episódio contou com participações estelares de enorme peso. Pra começar, teve a banda Judas Priest que tocou junto a James Durbin, o roqueiro da edição. Depois foi a vez da diva soul da temporada, Jacob Lusk, que encantou a todos ao lado da veterana Gladys Knight e do cantor gospel Kirk Franklin. Já Casey Abrams cantou "Fat Bottomed Girls" (clássico do Queen que só conheci graças ao Glee) ao lado do ator Jack Black.
Beyoncé também deu as caras e bem a tempo de promover seu novo álbum. As meninas do Top 13 cantaram um incrível medley com os maiores sucessos da cantora, que apareceu ao final para nos relembrar o início de sua carreira solo com seu hit eterno e atemporal "Crazy In Love".
Além das aparições especiais de Tony Bennet, Tim McGraw, Carrie Underwood, Tom Jones (que você deve conhecer graças ao Carlton de Um Maluco No Pedaço) e Marc Anthony juntamente com sua rebolativa esposa, também teve TLC! As duas integrantes restantes da maravilhosa e, infelizmente, extinta girl band subiram ao palco para reviver os clássicos "No Scrubs" e "Waterfalls". Old but gold.
Sim, ela estava lá de novo. Lady Gaga continuou com suas aparições polêmicas no programa, dessa vez com um maravilhoso figurino de rockeira-cigana. Milhares de americanos devem ter ligado para reclamar da performance de "The Edge Of Glory" por ter sido sugestiva demais para um programa "familiar"...
Puritanismos à parte, Gaga continua dando um show vocal e acertando mais e mais nessas últimas performances. O conjunto da iluminação, figurino e cenário foram trabalhados com muito cuidado e o resultado é impecável.
Honey B voltou então ao palco para estrear seu novo single "1+1", que já havia vazado na internet pouco antes da performance. Ele é perfeito para mostrar suas qualidades vocais, nada contra acho ótimo, mas achei boring as hell.
Bono apareceu no palco ao lado de Reeve Carney - ator que interpreta Peter Parker no espetáculo flop "Homem Aranha" da Broadway - para cantarem a faixa "Rise Above 1", que eu particularmente adorei, apesar de ainda achar muito complexo um músical com o herói aracnídeo.
E teve também o Steven Tyler, que finalmente saiu de trás da mesa de onde tece os comentários mais absurdos e inapropriados para se apresentar com a clássica "Dream On".
Afinal, quem ganhou?
Scotty McCreery parece ter conquistado o coração dos americanos com toda essa vibe puritana conservadora, mas creio que, assim como em outras edições, o ganhador vai acabar sumindo pela falta de apelo nas rádios e dando espaço para os outros injustiçados que têm mais versatilidade...
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