
Se eu tivesse que escolher apenas um dia para ir no
Rock in Rio (
rs, não fui em nenhum) seria ontem, dia 1 (sim senhores, o
Dia do Pop, 23, seria minha segunda opção). O motivo? Os britânicos do
Coldplay e os americanos do
Maroon 5, é claro. Lembrando que estes últimos só viraram atração do evento, após o
rapper Jay-Z ter cancelado sua participação na última hora. E OBRIGADO JAY-Z!
Ah, ontem teve Maná e outras atrações também. Mas quem liga, não é mesmo? Vamos ver como foram os shows desses (mais que literalmente) lindos?

A gente ama
Maroon 5, mas não há como negar que a banda seja 75% (provavelmente mais) Adam Levine. O show não teria grande parte da graça se não fosse ele. Tudo bem que ele ao vivo é apenas um vocalista mediano (isso sem contar que muitos que estavam no local reclamaram que o som estava péssimo, porque apenas as caixas de sons centrais estavam funcionando), mas ele é LINDO,
GOSTOSO e tem uma ótima presença de palco, sabendo aproveitar bem o espaço com suas estripulias. Estripulias que, aliás, somadas a seu timbre vocal, fazem sua fama de gay. Que INFELIZMENTE não é verdade #TODOSCHORA. Mas ele tem
um irmão gato que é #TODOSCOMEMORA!

Voltando ao show. Um grande ponto foi a setlist escolhida a dedo, recheada dos maiores hits da banda, que alguns podem reclamar, mas todos sabem cantar (Tipo Ivete Sangalo ou as músicas do
Let Go da Avril Lavigne
rs).
Eles começaram com a atual "
Moves Like Jagger" (sem a Xtina, obviamente), seguida de "
Harder to Breathe" (com intro de "
Power" do Kanye West!). Depois foi hit atrás de hit (sem pausas entre eles), equilibrando a origens dos seus três discos:
Songs About Jane (2002),
It Won't Be Soon Before Long (2007) e
Hands All Over (2010).
Pontos do show que eu particularmente gostei foram os das músicas "
Won't Go Home Without You", "
This Love" (com o arrepiante coro de milhares de pessoas) e o encerramento com "
She Will be Loved".
No player abaixo tem o show completo.
Neste link há outra opção, com melhor resolução, mas sem as últimas duas músicas.

Prestes a lançar o quinto álbum de estúdio, Mylo Xyloto, no final deste mês, os britânicos do
Coldplay fizeram um dos melhores shows do Rock in Rio até agora (e possivelmente ninguém conseguirá superá-los hoje). Pudera, salve meia dúzia de malas, Coldplay é amado por todo mundo, por ter um som extremamente acessível e hits mundiais tocados em
loop, até em novelas globais. Assim, a chance de desagradar é bem menor.
E tanto sucesso traz grana, que traz investimentos. Isso fica claro nos atrativos visuais de suas turnês, principalmente à partir da passada, do disco
Viva la Vida or Death and All His Friends. Se nela a temática era o Renascentismo e Revolução Francesa, com direito a trajes militares e tal, agora, nesta nova fase, eles estão coloridíssimos! Há luzes, lasers, pianos coloridos, chuvas de papel picado em formato de borboleta e sprays de tinta fluorencente.

Some isso à simpatia inerente do vocalista
delicinha Chris Martin, é só pode dar em WIN! O cara tentou agradar os brasileiros de todas às formas possíveis. Diferente da
"colinha" da Ke$ha, ele arriscou várias palavras em nossa língua, rendendo até alguns novos memes, como "Everybody ok, FUNDÃO?!", um trechinho de "
Mas que Nada" (fez o mesmo com "
Rehab", em homenagem a Amy) e pichando "Ri♥" com spray.
Os pontos altos foram nas músicas "
Yellow" (com uma iluminação extraordinária), "
Violet Hill" (que sempre é épica), e claro, "
The Scientist", uma das melhores músicas pós anos 2000.
O show completo, pode ser (re) conferido no player abaixo e nos links que seguem:
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