Inicialmente previsto para setembro passado, Catarsis, o novo álbum da cantora pop mexico-hispânica Belinda, sucessor do Carpe Diem de 2010, foi adiado para este ano (a previsão inicial é abril), devido às várias faixas que vazaram antes do lançamento oficial. Em outubro, a gata até chegou a lançar o clipe do primeiro single, "En El Amor Hay Que Perdonar". E agora chegou a vez do segundo, "En la Obscuridad", que ganhou vídeo hoje, após o teaser divulgado no início da semana.
A produção foi dirigida por Daniel Shain e tem como inspiração declarada o filme A Origem, de Christopher Nolan, segundo a própria revelou recentemente. Tanto, que até chegaram a construir uma estrutura mecânica, com um cômodo giratório, para que a cantora pudesse (literalmente) subir às paredes nas gravações, que aconteceram, em sua maioria, no Museu Nacional de Arte da Cidade do México.
Nessas e em outras cenas, Belinda contracena com o modelo brasileiro Pedro Arnon, seja na baladinha, seja nos takes parecidíssimos com "We Found Love" (alias, as canções tem estrutura bem semelhante). Legal, mas já deu de usarem sinalizadores de fumaça colorida para dar uma ~hipsterizada~ em clipes, né galera?
De modo geral, a sensação é de que, com uma edição mais apurada e coesa (sincronizada à canção e sem gracinhas de câmera-rápida), o resultado seria muito bom. Afinal, há bastante potencial mal explorado, como por exemplo, na cantora liiinda vestida de Frida Kahlo. Assista:
[Dica do leitor Carlos Alberto]
www.quedelicianegente.com
A produção foi dirigida por Daniel Shain e tem como inspiração declarada o filme A Origem, de Christopher Nolan, segundo a própria revelou recentemente. Tanto, que até chegaram a construir uma estrutura mecânica, com um cômodo giratório, para que a cantora pudesse (literalmente) subir às paredes nas gravações, que aconteceram, em sua maioria, no Museu Nacional de Arte da Cidade do México.
Nessas e em outras cenas, Belinda contracena com o modelo brasileiro Pedro Arnon, seja na baladinha, seja nos takes parecidíssimos com "We Found Love" (alias, as canções tem estrutura bem semelhante). Legal, mas já deu de usarem sinalizadores de fumaça colorida para dar uma ~hipsterizada~ em clipes, né galera?
De modo geral, a sensação é de que, com uma edição mais apurada e coesa (sincronizada à canção e sem gracinhas de câmera-rápida), o resultado seria muito bom. Afinal, há bastante potencial mal explorado, como por exemplo, na cantora liiinda vestida de Frida Kahlo. Assista:
[Dica do leitor Carlos Alberto]

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