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Artistas regravam “Do They Know It’s Christmas?” para ajudar vítimas do Ebola



O famoso músico irlandês Bob Geldof resolveu chamar um montão de artistas britânicos em destaque na atualidade para formar uma nova versão do super-grupo Band Aid e regravar "Do They Know It's Christmas".

A canção, que poderá ser comprada no iTunes a partir de terça-feira (dia 18), foi composta por ele e Midge Ure há 30 anos atrás para angariar dinheiro contra a fome na Etiópia e agora terá as vendas revertidas às vítimas do vírus Ebola.

No projeto estão One Direction, Bono Vox (U2), Chris Martin (Coldplay), Bastille, Paloma Faith, Ellie Goulding, Sam Smith, Olly Murs, Emeli Sandé, Rita Ora, Ed Sheeran, Seal, Clean Bandit, Jessie Ware, Sinéad O'Connor, entre outros. Os participantes aparacem gravando a música em estúdio no clipe, exibido há pouco no The X Factor.


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2º round! Amanda Palmer responde a carta aberta de Sinéad O’Connor à Miley Cyrus



O assunto mais comentado do dia foi a carta aberta de Sinéad O'Connor à Miley Cyrus. O nosso post original sobre pode ser lido aqui, mas, basicamente, a cantora irlandesa - após saber que seu clipe "Nothing Compares 2 U" serviu de inspiração a "Wrecking Ball" - aconselha Miley a não deixar que a indústria da música a "prostitua":

"A indústria musical não dá a mínima para você, ou para qualquer uma de nós. Vão te prostituir por tudo que vale e habilmente fazer pensar que isso é o que VOCÊ queria... E quando você acabar em uma clínica de reabilitação por ter sido prostituída, 'eles' vão estar em seus iates, que compraram com a venda de seu corpo, e você vai se sentir muito sozinha", disse em seu site oficial.

Ao saber do ocorrido, Amanda Palmer - cantora (veja aqui e aqui clipes seus) conhecida entre outras coisas, por ter despontado do The Dresden Dolls, ser casada com o famoso quadrinista/escritor Neil Gaiman e por ser bastante e idealista e feminista (tanto que nem raspa as axilas!) - também escreveu uma carta aberta, em resposta à Sinéad.

No extremamente lúcido texto - que você DEVE ler inteiro aqui, pois vale muito a pena - Palmer ressalta sua imensa admiração por O'Connor, dizendo que foi uma das grandes inspirações, mas aponta motivos dela estar equivocada nos argumentos destinados à Miley.

Para ela (e a gente concorda), Miley parece ter sim às rédeas de sua carreira, não é um "pau mandado" da gravadora, tem plena consciência de que "sexo vende", e suas recentes atitudes polêmicas (que ela não necessariamente aprova, mas compreende), demonstram que está no controle não só de seu trabalho, como de sua vida, desgarrando-se de seu passado, onde teve que se comportar de maneiras preestabelecidas.

Ainda diz que nossa sociedade e cultura adora definir padrões para as sexualidade das mulheres e, quando alguma sai um pouco deles, é duramente julgada e repreendida, na maioria das vezes e ironicamente, pelas próprias mulheres:

"Eu quero que as mulheres se sintam menos presas dentro de seus corpos, tenham menos medo de se expressar, menos medo de serem pregadas na cruz do padrão de beleza cultural. Mas isso significa que, necessariamente, tem de haver espaço para Adele vestir um terno conservador, para Lady Gaga fazer sua arte performática nua na mata [vide], para PJ Harvey usar casacos de gola alta do século 18 no palco, e para Natasha Kahn posar corajosamente nua na capa de seu último disco [vide], e espaço para Miley rasgar uma página da cultura stripper e correr como uma louco por quanto tempo quiser".

Entrementes, a própria Miley se defendeu, através do Twitter, de maneira infelizmente duvidosa, postando uma imagem da foto do Papa que O'Connor rasgou no programa Saturday Night Live em 1992, e fazendo referências aos problemas psiquiátricos que recentemente enfrentou. E isso fez com que a irlandesa escrevesse uma segunda carta, criticando sua atitude que, embora apoiamos Miley na maioria da história, foi sim bastante infantil.

Pra aumentar ainda mais a lenha na fogueira da história, o diretor de "Wrecking Ball", o fotógrafo Terry Richardson, ainda postou hoje em seu site um ensaio BEM explícito da loirinha.
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Sinéad O’Connor publica carta aberta (polêmica e fofa) à Miley Cyrus



Gostem ou não, Miley Cyrus é a artista mais comentada do ano e, em meio ao contexto de lançamento do disco Bangerz (que prometemos resenhar no fim de semana), suas polêmicas com nudez, performance no VMA e línguas-pra-fora continuam rendendo assunto não só pelo público, mas também entre os artistas.

Entre eles, temos Sinéad O'Connor. A icônica cantora escreveu uma polêmica, tocante e, porque não, fofa, carta aberta à Miley, em resposta à entrevista que deu à Rolling Stone, onde declarou ter se inspirado em "Nothing Compares 2 U" para o clipe de "Wrecking Ball".

No texto, que pode ser lido na integra em seu site ou aqui, a irlandesa pede para que Miley tomar cuidado para não ser "prostituída" pela indústria fonográfica, achando que coisas como "ficar nua e lambendo uma marreta em seus vídeos" são legais por si própria: "A indústria musical não dá a mínima para você, ou para qualquer uma de nós. Vão te prostituir por tudo que vale e habilmente fazer pensar que isso é o que VOCÊ queria... E quando você acabar em uma clínica de reabilitação por ter sido prostituída, 'eles' vão estar em seus iates, que compraram com a venda de seu corpo, e você vai se sentir muito sozinha".

Apesar das duras palavras, O'Connor faz questão de ressaltar o talento de Miley, em passagens como "você deve ser valorizada mais pelo seu apelo sexual, do que pelo seu óbvio talento" e "Você tem talento o suficiente para não precisar danificar a Hannah Montana. Ela está bem longe agora. Não é por ter ficado nua, mas por você ter feito grandes discos", além de revelar se sentir lisonjeada por servir como modelo para ela. Tá?

A gente não concorda 100% com as palavras de Sinéad, porque achamos que a nudez pode ter sim um caráter bastante libertário (como explicamos aqui), embora aplauda a maioria delas e principalmente a humildade que teve na carta. Sem dúvida, isso gera reflexões e discussões válidas sobre a indústria do entretenimento e até feminismo. E você, o que acha do assunto?

Por falar em Miley, eis algumas novidades recentes:

• As faixas "On My Own", "Rooting for My Baby" e "Hands In The Air", da versão deluxe do Bangerz, já estão na rede pode ser escutadas nos respectivos links;
• O encarte todo noventista do álbum, também já está na rede. Veja aqui.
• A cantora será a atração musical deste sábado (dia 5) do programa Saturday Night Live.
Miley: The Movement, documentário especial feito pela MTV americana com a cantora, foi ao ar na noite de ontem (2) e pode ser visto inteiro aqui.
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