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Stream: Drake, Corinne Bailey Rae, Yuna, Fifth Harmony e outros álbuns lançados em maio



Mais um mês está terminando. E olha, foram 31 dias bem agitados no mundo da música, com diversos lançamentos de singles, clipes e álbuns. Mas o assunto da vez é esse último caso, pois esse é mais um post da seção Stream!

Maio nos reservou aguardados novos registros de artistas e bandas como Drake, Corinne Bailey Rae, Clare Maguire, Fifth Harmony, 3OH!3, James Blake, Meghan Trainor, Thalía e Radiohead. Sem contar as doses de futuros novos discos com EPs quase inesperados do Die Antwoord e The Strokes.

Além disso, tivemos interessantes trabalhos brasileiros, como os novos discos de Fernanda Abreu (que estava há mais de 10 anos sem um CD inédito!) e Beeshop (projeto paralelo do Lucas Silveira da Fresno), o EP de reestreia de Pê Souza como Hazes, além do primeiro álbum completo da maravilhosa Mahmundi.

O esquema vocês já sabem. Basta clicar em "leia mais" para conferir a lista dos CDs, com links para audição no Spotify e para compra no iTunes.

“Ai, Ai, Como Eu Me Iludo” de O Terno e “Soul 2 Stone” do HAZES, dois clipes nacionais que você precisa ver



Tem dois clipes de artistas nacionais lançados ontem (13) que você precisa ver. Sério.

A começar por "Ai, Ai, Como Eu Me Iludo" da banda paulista O Terno, que com certeza é um dos melhores clipes do ano até agora - sim, no geralzão mesmo.

Parecendo uma versão adulta de Toy Story ou O Soldadinho de Chumbo, a cinematográfica produção foi idealizada pelo estúdio Alaska Filmes e mostra a história de um bonequinho que virou febre como assistente pessoal. O personagem, em meio a todas as tarefas que o seu dono manda fazer, se apaixona por todas as mulheres (e bonecas!) que vê.

A música faz parte do último disco dos caras, autointitulado, lançado no fim de 2014.



O segundo é "Soul 2 Stone" do HAZES. Esse é o nome do novo projeto musical do cantor gaúcho Pedro Souza, que já apareceu no site aqui, aqui e aqui, quando assinava apenas como Pê Souza.

E não foi apenas o pseudônimo que mudou. Além de uma sonoridade mais eletrônica, lembrando um pouco Depeche Mode e Hurts, o novo trabalho é voltado a valorização das causas LGBT e, de acordo com o próprio artista, reflete o seu crescimento pessoal nesse e em outros âmbitos.

"Eu sou a favor da liberdade, de sermos exatamente aquilo que somos e queremos ser, para podermos questionar os padrões que nos são impostos todos os dias. (...) As músicas foram escritas em uma espécie de autoterapia, pra que eu possa dividir com vocês experiências reais e que elas possam, de alguma forma, fazer com que se sintam tão bem ao ouvi-las quanto me senti ao escrevê-las", revelou.

Sem dúvidas o clipe do primeiro single começa a mostrar um pouco disso, tanto pelo visual andrógino adotado pelo cantor, como por ter cenas homoeróticas bem quentes e até ousadas, levando em consideração o nosso contexto sociopolítico atual.


quedelicianegente.com